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Venda de casas a estrangeiros pode criar 120 mil empregos

Pode ainda gerar receitas de 10 mil milhões de euros por ano, mais 500 milhões em impostos diretos e ainda dois mil milhões de euros por ano em consumos e serviços, repara a mesma análise.

Este estudo prova que o turismo residencial tem um efeito multiplicador na economia nacional e uma importância crucial na atração de investimento estrangeiro, aumento de consumo interno e criação de postos de trabalho», afirma Diogo Gaspar Ferreira, presidente da APR.

De acordo com o estudo, estes são os valores que se podem atingir vendendo 50 mil imóveis por ano a partir de 2015, ou seja o dobro dos 25 mil vendidos em 2014. Mas para isso é necessário desenvolver e aperfeiçoar "os instrumentos competitivos nacionais" e "apostar num intenso programa de promoção internacional do país como destino de segunda habitação", repara a APR.

A legislação criada pelos dois últimos governos contribuiu de forma decisiva para afirmar Portugal como um dos destinos mais atrativos sob o ponto de vista fiscal e de acessibilidade ao espaço Schengen, mas é preciso ir mais longe», afirma Diogo Gaspar Ferreira.

De acordo com o estudo, "Portugal ainda só detém 5% da quota do mercado europeu de segunda habitação para estrangeiros", diz a associação, acrescentando que "alguns dos nossos concorrentes têm quotas de mercado superiores". É o caso de Espanha, com 40% e de França e Itália com 20%.
Uma situação que acontece mesmo quando estes países têm "instrumentos legais menos competitivos", considera a APR, referindo-se aos visto gold e à isenção fiscal para reformados que venham a residir no país.

Contudo, apesar destes mecanismos não existirem em Itália e em França, em Espanha - onde há mais estrangeiros com casas - existem os vistos gold e segundo alguns agentes do mercado, com melhores condições que em Portugal.

Por exemplo, em Portugal é preciso passar duas semanas no país para manter o visto e em Espanha não.

 

Fonte: Dinheiro Vivo