EDP vai fazer mais uma sede na Av. 24 julho
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EDP vai fazer mais uma sede na Av. 24 julho

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EDP vai fazer mais uma sede, mas poupará "4 a 5 milhões de euros

Este novo imóvel albergará "cerca de 800 colaboradores" da EDP Distribuição e outras áreas técnicas e servirá de complemento à nova sede da empresa na Avenida 24 de julho, uma obra que está praticamente concluída e que custou 57 milhões de euros.

Neste momento estão apenas a faltar os acabamentos e a montagem dos equipamentos de escritórios, sendo que está prevista para junho a mudança das 780 pessoas que antes estavam no emblemático edifício do Marquês de Pombal.

"Estas mudanças imobiliárias traduzem-se na criação de valor positivo. Chegámos a estar dispersos por 14 edifícios e vamos ficar apenas em dois e, com isso, conseguimos uma redução de custos de rendas, manutenção e operação de quatro a cinco milhões de euros por ano", adiantou o gestor.
O CEO da EDP não quis adiantar o valor de investimento deste novo projeto, mas diz que estará pronto "em quatro anos e meio", ou seja, já seria no quinto mandato de António Mexia se ele for novamente reconduzido na empresa.

Enquanto esse edifício não está pronto, esses trabalhadores permanecerão nos edifícios onde sempre estiveram - nas traseiras da sede do Marquês de Pombal e na José Malhoa - que, apesar de terem sido recentemente vendidos a fundos internacionais, vão continuar a ser arrendados pela EDP.
Aliás, o mesmo se passou com a sede do Marquês que foi vendida aos americanos da Global Asset Capital por 55 milhões de euros, quase o mesmo que custou a construção do projeto na 24 de julho.

A nova sede

A nova sede da EDP fica junto ao Cais do Sodré, na Avenida 24 de julho, num terreno que já era da empresa, mas cujo uso oscilava entre o vazio e abandonado e um parque de estacionamento improvisado.

Agora surgiu ali é um imponente e moderno edifício branco com 46 mil metros quadrados desenhado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus. Tem dois blocos de oito pisos cada e no meio um pátio que se estende até à Avenida Dom Luís I, nas traseiras e que está aberto a todos, podendo servir de passagem.

 

Fonte: Dinheiro Vivo