Parpública ultima fusão das empresas de imobiliário
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Parpública ultima fusão das empresas de imobiliário, após ano negro de vendas

A reestruturação, que acontece após mais um ano de perdas recorde nas vendas da Parpública nesta área de negócio, implica o desaparecimento da Sagestamo, Lazer e Floresta e Baía Tejo.

Troika queria fim da Parpública

Este desfecho é muito diferente do que chegou a estar acordado com a troika e que passava pela extinção da própria Parpública, devido ao seu gradual esvaziamento, fruto do alargado programa de privatizações acordado com a troika, tal como escreve o Público.

Os "estudos preparatórios necessàrios" à fusão estão "praticamente concluídos" e, por isso, prevê-se que "o processo esteja concluído ainda durante o primeiro semestre", refere o relatório e contas da Parpública de 2014, recentemente divulgado e citado pelo jornal.

A estratégia, escreve a holding que gere as participações do Estado em empresas, "passará pela concentração de algumas sociedades cuja actividade se desenrola neste sector, criando sinergias, enfoque no negócio e poupanças significativas de custos".

Desaparecimento de 3 empresas públicas

A holding Sagestamo, será integrada na Parpública, enquanto a Lazer e Floresta e a Baía Tejo serão fundidas com a Estamo, a empresa onde está contida a maioria dos ativos imobiliários do Estado.

No relatório, a Parpública, que durante largos anos absorveu imóveis públicos gerando receitas "artificiais" ao Estado, garante que estas alterações vão reforçar "a capacidade de actuação do grupo como instrumento de gestão e rentabilização do património imobiliário público".

Contas no vermelhor: piores vendas da década

A reestruturação do negócio de imobiliário surge depois de mais um ano de maus resultados, com as vendas de ativos a atingirem o valor mais baixo da última década, diz ainda o diário.

De acordo com o relatório e contas, as receitas caíram 33% em 2014 e os prejuízos atingiram 6,1 milhões de euros, agravando-se igualmente 33% face aos 4,6 milhões do ano anterior. Por outro lado, os imóveis em carteira voltaram a desvalorizar-se, na ordem dos 7,5%, para 1381,4 milhões de euros.

 

Fonte: Idealista News