Investimento Imo, um dos melhores trimestres
banner AEG728x90
Versão para impressão
PDF

Investimento Imo, um dos melhores trimestres

on .

diggdiggfacebookfacebooktwittertwitter

investimento

Investimento no mercado imobiliário de retalho atinge um dos melhores trimestres de sempre

O mercado imobiliário de retalho em Portugal registou negócios no valor de 206 milhões de euros no primeiro trimestre este ano, o que faz deste período um dos primeiros trimestres mais fortes de sempre.

A conclusão é da consultora Cushman & Wakefield (C&W), que adianta que o "mercado imobiliário de retalho beneficiou ao longo do ano passado das previsões optimistas para a economia".

De acordo com a mesma fonte, verificou-se "uma procura sustentada por parte de retalhistas locais e internacionais", sendo que o retalho de rua "regista uma forte dinâmica, sobretudo no que às zonas principais diz respeito, incluindo a Avenida da Liberdade e Baixa/Chiado em Lisboa e a zona dos Clérigos no Porto, onde a oferta se mantém reduzida, o que se reflecte em rendas mais elevadas".

Para o resto do ano a C&W espera que continue a tendência de aumento do investimento, com Lisboa e Porto a conseguirem um desempenho superior.

No que diz respeito ao mercado de escritórios, a C&W também regista um aumento de procura por parte de ocupantes, com o investimento a atingir 43,4 milhões de euros, o que compara com 7,2 milhões de euros no mesmo período do ano passado.

O "volume de arrendamentos aumentou em 70% para 29.360 m2, em relação ao período homólogo de 2014, com 68 transacções, potenciado por alguns negócios de grande dimensão como a Worten que ocupou 4.085 m2 no edifício Suécia (Zona 6)", refere o comunicado da C&W.

No segmento industrial o volume de investimento atingiu 16,7 milhões de euros, fortemente influenciado pela compra do Alverca Park pela Blackstone. Este sector "manteve-se em crescimento", sendo que as expectativas apontam para um "aumento gradual" da procura, "potenciado por uma postura comercial agressiva por parte dos proprietários em termos de incentivos concedidos a ocupantes futuros".

 

Fonte: Jornal de Negócios